Limites emocionais não são barreiras frias. São formas de cuidado — consigo e com o outro. Principalmente para manter uma qualidade e a saúde dos relacionamentos.
A culpa que acompanha os limites
Para quem aprendeu que agradar é sinônimo de ser amado, dizer “não” gera medo.
Medo de rejeição, de conflito, de ser visto como egoísta. De estar afastando as pessoas e que pode ficar sozinho(a) e desamparado(a).
Mas a ausência de limites cobra um preço alto: ressentimento, cansaço, irritação acumulada, exaustão emocional e até adoecimento mental.
Limites começam dentro
Antes de comunicar um limite ao outro, é preciso reconhecer o de si mesmo internamente. A terapia nos auxiliar a compreender esses limites, mas vou deixar alguns questionamento para te fazer refletir:
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Até onde isso me cabe?
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O que estou fazendo por escolha e o que faço por medo?
Quando o limite interno está claro, a comunicação passa a ser mais firme e menos reativa, mais calma e com menos raiva, além de melhor na hora que resolver as questões que aparecerem.
Dizer “não” não rompe vínculos saudáveis.
O que rompe é o acúmulo de silêncios engolidos.
Cuidar de si também é aprender a não se abandonar para caber.
Te vejo na terapia.
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